Ao receber um temido diagnóstico de artrose de coluna, hérnia discal ou protusão discal os pacientes costumam receber em primeira mão a orientação: Evite atividades de impacto!
Compreensível, pois o impacto no decorrer dos anos foi o que desgastou a articulação correto? Bom, não é tão simples assim. Além disso, é uma ordem um pouco controversa visto que a única forma de diminuir de fato impacto seria você viajar para a Lua, onde o efeito gravitacional é menor, na Terra eventualmente você terá impacto, seja descendo uma escada, levantando-se da cama de manhã ou caminhando. E agora? Os pacientes com alterações articulares estão fadados a viver um ciclo de dor e desgaste constante até o final da vida?
Não!
O problema não é o impacto, mas como você reage ao impacto, seu corpo tem um sistema de molas natural, que é o sistema miofascial, que reage de forma automática ao receber impacto e peso, na maioria das vezes ele está apenas destreinado. E a artrose? E os problemas no disco? Bom, 2 notícias, a primeira é que desgaste articular não significa necessariamente dor e limitação, uma grande parte das artroses são assintomáticas e exigem apenas progressão de exercícios; a segunda é que atividades de impacto não prejudicam sua articulação, na verdade, se feitas com cuidado e acompanhamento correto elas têm potencial de deixar os discos da coluna maiores e mais hidratados.
Quer saber como fazer esta progressão de movimento para longe da dor? Entre em contato.

About The Author
Jonas
Fisioterapeuta, formado na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI - campus de Erechim), no ano de 2011, pós graduado em 2020 no curso de fisioterapia em ortopedia e traumatologia pela mesma instituição. Formações em algumas metodologias de terapia manual, métodos de exercícios e prática baseada em evidência.Trabalho em consultório próprio e como facilitador do Curso FBA (Funcionalidade, biologia evolutiva e Antropologia).